Crônicas Dragonball Evolution: Lord Piccolo

Lord Piccolo dragonball evolution

Por: M. Barreto

 

 

Inicio de 2008. Pânico, histeria, medo, sofrimento, surpresa, mistério. Um filme de terror? Não. Era Dragonball ganhando a tela grande. A lenda ganha vida. Justin Chatwin, um ilustre desconhecido, seria Goku. Mas e o vilão? Piccolo foi o escolhido como o primeiro antagonista. Mas quem poderia levar o Verdão para o cinema?

O vilão é mais do que o antagonista de um filme de aventura/fanstasia, ele é a máquina que move a estória. O que seria de Star Wars sem Darth Vader de James Earl Jones/David Prowse, não haveria nenhum filme se não houvesse Hannibal Lecter de Anthony Hopkins em Silencio dos Inocentes, e Batman – O Cavaleiro das Trevas nunca teria ido tão bem se não fosse o Coringa de Heath Ledger.

James Marsters não apenas encarou o desafio de interpretar o primeiro vilão da história cinematográfica de Dragonball, como se  empenhou em transformá-lo no centro das atenções do longa. Contudo, seria ele é a pessoa certa para fazer este papel?

Não apenas é o ator certo, mas talvez, o único que pode. James Marsters foi o ator que mais apareceu durante as filmagens, dando entrevistas e declarações. Talvez as suas aparições em programas de auditório mexicanos falando do filme que mostraram a quem acompanhava as notícias do filme o tom de “dessa vez é de verdade”. Revelou que a idéia original para Lord Piccolo era fazer um personagem sem maquiagem pesada e com personalidade mais próxima de um vilão pastelão. Entretanto, o embasado no fato de ser um fã confesso da série, assim como seu filho, o ator se impôs ao querer o vilão verde e como um verdadeiro vilão para o cinema deve ser.

Solidão. Essa é a palavra que se deve pensar quando se pensar em Piccolo. Ele está sempre flutuando por belas paisagens, mas não as contempla está sempre olhando para os pés” disse Marsters comentando sobre a natureza de seu personagem. Já perdi a conta de quantas vezes vi em Dragon Ball Z, Piccolo fazer isso no inicio das sagas. Sozinho num mundo distante do seu, sem saber o que é e quem é. 2000 anos (300 no original) preso e tudo continua ainda diferente dele. Só uma coisa ainda é constante: Seu poder!

Talvez a maioria não saiba, mas o Superman foi criado inicialmente como vilão numa revista chamada “The Reign of Superman” no qual o Ultimo Filho de Kripton dominava o mundo com mãos de ferro. Somente um ano depois, o personagem foi reinventado, e se tornou o maior herói da Terra num novo mundo criado pelos seus autores. Embora Kal-el de Kripton nada tenha a ver com o careca ditador Superman de TROS, Lord Piccolo sofre um processo parecido. De um ser sozinho exilado num mundo distante, passa a exímio lutador, e à um demônio conquistador insano, é preso e renasce sedento por vingança. Mas ao ser lembrado da bondade do coração humano, ele se torna novamente apenas um lutador disposto a enfrentar seres superpoderosos, sofrendo uma reformulação também, sendo que ainda na mesma história.

Com a fusão de Piccolo Daimaoh e Piccolo jr (Manhúnia) em um único personagem, Lord Piccolo, houve a simplificação do confuso processo de “semi-reencarnação” do nameckuseijin (nameck em algumas fases) no anime. A idéia é simplificar ao máximo as sagas para caber em 90 minutos de filme. Ademais, não deve haver, a principio, a inserção da figura de Kamisamma, logo o único ser verde a aparecer deve ser ele, talvez até mesmo dando a dica aos sete sábios de como criar as esferas do dragão. Será?

A controversa caracterização desse personagem foi feita utilizando muita maquiagem e a teórica mudança de tonalidade descrita por James Marsters e a que vimos nas primeiras imagens de Lord Piccolo para um verde claro quase branco desagradaram a maioria absoluta dos fãs e pesou muito contra o filme. Mas como prometido por Jim Masters, Piccolo apareceu bem verde (embora alguns “fãs” ainda reclamassem que parecia O Máskara) e sem antenas como já havia sido previsto (ou com duas antenas atrofiadas/coladas para alguns). O uniforme de Piccolo perdeu um pouco da essência Árabe, mas em compensação ganhou ares de armadura antiga como a que Deuses guerreiros usavam em lendas antigas (embora pareça mais com a roupa de Batman para alguns). E para os fãs Brazucas é valido lembrar que Luís Antônio Lobue será o dublador como no anime.

Assim como todo o filme, Lord Piccolo deve ser visto como um Piccolo de uma dimensão alternativa, alguém que guarda relação com o original sem sê-lo. Sinceramente, acredito que Piccolo seja até mesmo mais do que Goku, o motivo do acerto ou do fracasso de Dragonball Evolution. E como Marsters disse em uma entrevista e um amigo sempre disse, mesmo antes do ator: Ele veio para ser o bem e o mal!

Piccolo Dragonball evolution

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Não se acanhem, entrem e sejam muito bem-vindos!

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Sobre o Acervo

Para aqueles que ainda não conhecem o nosso acervo aqui vai uma amostra do que ele já contém, lembrando que como todo o blog ele está em franca expansão.

Yu Yu Hakushô – temos a maioria das BGMs desse anime que dá show na trilha sonora!

Tenchi Muyo – Pra quem gosta de músicas leves e em português esse aqui é um prato cheio.

Dragonball – O nosso arquivo virtual de DB. Possuimos diversas músicas, episódios, wallpapers e muito mais sobre o universo do anime mais visto no mundo todo!

Crônicas Dragonball Evolution: Bulma Briefs

Por: M. Barreto

Linda, louca e genial. Essa é a melhor definição de Bulma. Segunda personagem a aparecer na série Dragonball, esteve com Goku por quase toda a vida. Com sua beleza encantou Yamcha e Vegeta, em suas loucuras queria pedir uvas ou morangos a Sheng Long e em sua genialidade inventou diversos apetrechos como a máquina do tempo de seu filho Trunks e o Radar do Dragão, o item que desencadeou toda a história.
Quando Emmy Rossum foi escolhida para viver Bulma, muito ficaram incomodados pelo fato dela ser ocidental, mas cabe ressaltar novamente que Akira Toriyama criou um mundo fantástico no qual não existem Ocidentais e Orientais, tornando esta uma discussão ridícula. Com o tempo, Rossum ganhou o carinho do público por ser uma das poucas pessoas que dava sinais de vida durante as filmagens, sempre atualizando as nossas fontes de notícias.
Tempos após o final das filmagens, surgiram as primeiras fotos de Emmy como Bulma. De início a maioria dos ditos fãs da série não gostaram das fotos pela presença de armas e pela ausência do cabelo azul, mas no final aceitaram o novo visual da personagem. Ora, se a idéia do filme é transportar o fantástico mundo de Dragonball para o mais próximo do real, seria incongruente colocar uma pessoa comum de cabelo azul! Perde a verossimilhança do filme. E para aqueles que acham que usar armas é novidade para Bulma, saibam que a jovem cientista usava muitas armas de fogo no início do anime/mangá, sendo então estranho para a maioria dos “fãs” que só assistiram a Saga Z/GT. Por curiosidade, até mesmo o guerreiro Yamcha já empunhou uma submetralhadora (embora não a tenha disparado) na luta contra Piccolo Daimaoh.
De mesmo modo que no original, Bulma encontrará Goku e os dois partirão em busca das esferas do Dragão. De seu lado inventivo podemos esperar o de sempre, o Radar do Dragão que possibilita a viagem com Goku e pelo menos uma cápsula, de onde surge uma potente motocicleta. Apenas cabe ressaltar que talvez Bulma tenha um pouco mais de ação do que no anime, visto a falta de personagens guerreiros como Kuririn e os outros para ajudar Goku em sua viagem.
Quanto à personalidade de Bulma, parece que Emmy realmente conseguiu capturá-la. Nos traillers sempre vemos Bulma com um ar de “não to nem aí” quando tudo está um caos à sua volta ou com caretas bisonhas que só mesmo poderiam vir da terráquea mais doida do universo de Dragonball. E como disse Rossum numa entrevista “Ela (Bulma do Evolution) é tudo menos normal”.
E das terras tupiniquins eu já posso adiantar que Tânia Gaidarji a dubladora clássica de Bulma foi quem dublou Emmy em Dragonball Evolution, sendo mais um fator que favorece a nossa receptividade.
Igual nunca poderia ficar, mas essa jovem e linda atriz que dará vida a nossa tresloucada musa fez com certeza o melhor para lhe dar a vida. De qualquer modo, estaremos todos prontos a dar grandes risadas de medo ou de alegria e gritar: This is Dragonball!!!

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200!!!

Ainda não posso dizer “This is Sparta!”, mas já chegamos a um bom número de visitas com uma média diária de 16 pessoas passando por aqui todos os dias nesse mês de março e 19 se calcularmos apenas esses ultimos 7 dias.

Me ajudem a fazer o “Herói X” se tornar ainda melhor, postem seus comentários aqui de como podemos melhorar e que temas podemos abordar, que animes, filmes, quadrinhos ou outras coisas que vocês queiram.
Obrigado,

M. Barreto.

Crônicas Dragonball Evolution: Mestre Kame

Mestre kame e Goku

Crônicas DBOF: Master Roshi

Por: Dr. M. Barreto

Quando um dos maiores atores do cinema oriental entra no projeto de filme, você diz “legal, vou ver” e com Dragonball não será diferente. Talvez para dar credibilidade, talvez para levar experiência ao filme, seja como for Chow Yun-fat é o grande ícone desse filme, com certeza a escolha de mais peso no live-action de Dragon Ball. Ele foi um dos primeiros a dar entrevistas falando de seu personagem e dizendo ter buscado inspiração lendo os mangas, realmente mostrou ser merecedor do título de “Mestre”

Embora possa se pensar ao contrário, Mestre kame, ou Master Roshi como está sendo divulgado (todavia Roshi quer dizer mestre em japonês, então seria algo como mestre mestre ou talvez mestre dos mestres, para quem gosta de inventar), é um personagem extremamente difícil de se adaptar ao mundo real, muito mais que Goku, Yamcha ou Bulma, por dois motivos: 1 – Sua aparência foi montada a partir do que se espera de um grande mestre de artes marciais, idoso e careca, misturada a suas marcas pessoais e elementos de descontração como o seu casco e sua camisa havaiana e os óculos escuros. o que o torna contraditório às vezes; 2 – Seu gosto nada convencional por garotas, inclusive por meninas menores.

A aparência de um senhor idoso, sábio, mas muito poderoso (imortalizado no cinema em Karatê Kid por Pat “Miagi” Morita) soa como um grande clichê em qualquer mídia, contudo ainda funciona. Mas Kame-senin não é um velho normal, ele possui paralisação do envelhecimento (juventude eterna?), o que talvez Akira Toriyama não tenha pensado antes de desenhar o personagem, descartando a possibilidade de sua aparência ser jovial, o que contrastaria com tanta experiência. Talvez tenha sido essa a visão que se teve para desenvolver o estilo de Master Roshi, no filme.

A camisa havaiana ainda está lá com uma foto de hentai estampando sua camisa interna, mas cadê o casco? Bem, como disse no filme ele é chamado de Master Roshi e não de Master Kame ou Kame Roshi, então podemos supor que talvez este não seja mais o mestre das tartarugas. Como assim? No intuito de dar coerência interna ao filme e não ter que explicar a fonte do nome Kame (Tartaruga em japonês), eles suprimiram esse fato da estória como fizeram com tantos outros pontos, entretanto o símbolo da tartaruga continua no uniforme de Goku, gerando muitas duvidas quanto a existir Kame ou apenas Roshi. Além disso ele não será careca e não usará os óculos escuros (pelo menos não o tempo todo como no original), o que o leva a um descaracterização ainda maior.

Outro ponto alterado em sua caracterização foi sua perversão sexual que deve ter sido atenuada ao máximo, para que não haja restrições tanto do ponto de vista moral quanto ao público alvo, pois mesmo que o filme seja para maiores de 18 anos (o que não deve mesmo vir a ser), é certo que as crianças irão assistir ao filme em DVD. Nada melhor que fazer de Roshi apenas um tarado comum, e não um impulsivo sexual, como o próprio Yun-fat revelou.

Mas quanto às lutas parece não haver muitas surpresas ruins. Master Roshi ainda parece ser o deus das artes marciais que conhecemos e adoramos. Treinará Goku e o ensinará o Kame Hame Há, e ao que parece terá uma luta contra Lord Piccolo aonde o veremos utilizando toda a sua força lançando rajadas de ki e talvez utilizando o bastão mágico. Com um bom trabalho coreográfico e com experiência em filmes de ação do Senhor Yun Fat, suas lutas prometem ser as melhores do filme, com exceção é claro da luta batalha final entre os protagonistas, Goku e Piccolo.

Em suma, Chow “Roshi” Yun Fat será um ator/personagem chave neste filme. Muito embora esteja descaracterizado fisicamente em relação ao original, tem o potencial para drenar a essência do personagem de uma forma, levando o nosso querido mestre em alto estilo para a tela grande.

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Quando o Pokémon não evolui

Esse meu jeito de viver/ ninguém nunca foi igual/ a minha vida é fazer/ o bem vencer o mau”. Logo após essa frase somos apresentados a um mundo alternativo onde pessoas convivem com formas animais superpoderosas chamadas Pokémons capazes de sofrer uma evolução instantânea tornando-se ainda mais fortes. São criaturas que sob a tutela de treinadores se tornam combatentes em famosos torneios  Conhecemos também Ash Ketchum um garoto de 10 anos que inicia sua jornada pokémon com seu Pikachu, um roedor elétrico capaz de dar choques de até 10000 volts e com o sonho de se tornar o maior Mestre Pokémon de todos. Unem-se a eles Misty, uma garota treinadora de pokemons aquáticos meiga, mas meio mandona e Brock, um criador das criaturas de Pedra que se apaixona por todas as mulheres bonitas da série.

Ash e Charizard Pokemon

Brock foi o primeiro grande desafio de Ash e Pikachu, pois ele era um treinador de Ginásio pokémon. Para tornar as coisas mais simples de entender, os treinadores pokémons têm que enfrentar líderes de Ginásios para assim conseguir insígnias, e ao juntar oito delas participarem da Liga Pokémon, um torneio que lembra muito as Olimpíadas. Então Ash derrotou Brock e os dois se tornaram amigos (coisa muito comum nos animes). E nesse ínterim aparece a Equipe Rocket, uma organização que busca capturar pokémons raros, representados pelos cômicos humanos Jesse e James e pelo pokémon Meowth (leia-se Miau), um pokemon falante tentando capturar Pikachu após ver que seu choque é tão forte que vence a vantagem dos pokemons de pedra em relação aos tipos elétricos. Com o passar do tempo Ash captura novos Pokémons como Caterpie, Pidgeotto, Bulbassauro, Squirtle e Charmander.

As aventuras se sucedem, Ash enfrenta treinadores em amistosos, nos ginásios e também a Equipe Rocket por diversos emocionantes episódios, cheios de pequenas reviravoltas e tramas simples, mas envolventes. Vemos Caterpie, uma lagarta se encasular em Metapoid e depois virar a borboleta Butterfree. Também o meigo e fiel dragãozinho-vermelho-com-fogo-no-rabo (literalmente) Charmander evoluir ao invocado Charmeleon e depois ao poderoso Charizard, que seria o pokémon mais forte de Ash, mas também igualmente rebelde (é o Vegeta/Ikki/Hiei de Pokémon).

Ash chega à Liga e é derrotado quando já estava nas partidas finais da competição. Nada mais justo, visto que ele ainda não era um mestre pokémons, faltava-lhe amadurecimento e maturidade para vencer. Mas dali a quatro anos haveria outra Liga e então quem sabe Ash não estaria pronto. Fato curioso nos animes e mesmo em séries live-action é que nos podemos acompanhar a vida e o crescimento de nossos jovens heróis e nos identificarmos com eles quer  porque estejamos crescendo, quer lembrarmos muito bem de como foi essa fase da vida.

Todavia, com mais de 10 temporadas, Pokémon não evoluiu! Ash ainda tem 10 anos e continua perdido em alguma floresta, eventualmente lutando contra algum treinador e sempre enfrentando a mesma Equipe Rocket. Tentaram adicionar centenas dee novos Pokémons aos 150 originais, trocaram as roupas de Ash e lhe deram novos amigos como se isso melhorasse as coisas. Mas se você assistir Pokémon hoje, verá a mesma coisa que há 12 anos atrás só que menos original. Ash ainda não se tornou um mestre Pokémon, Misty está mais apaixonada por ele do que nunca e nem um beijo rolou, Brock estuda os monstrinhos há anos e ainda parece não saber nada. O Pokémon não evoluiu!

O resultado é que dificilmente se encontrará um fã que tenha resistido a 10 anos de mesmice e ainda assista o anime fielmente, diferente de outros animes como Cavaleiro do Zodíaco e Dragonball que já possuem 20 anos de estrada e continuam com suas legiões de fãs em franca expansão. O segredo da longevidade está na versatilidade e evolução, um tema recorrente na série que, todavia, parece ter sido aplicada apenas às criaturinhas, mas nunca ao anime.

Um bom exemplo de como Pokémon podia ter evoluído foi o primeiro filme da série, onde Mewtwo (Dublado por Guilherme Briggs), um clone evoluído e melhorado de um pokémon psíquico lendário, se revolta contra os criadores e resolve mostrar ao mundo que os clones também querem seu lugar ao Sol. Uma temática mais séria e adulta com abordagens muito interessantes durante toda a película sobre clonagem, preconceito e superação garantem o seu ingresso ou o aluguel do DVD num raro momento em que um filme fica melhor que o original.

Bem, Ash não se tornou o maior Mestre pokémon de todos, não se casou com Misty, não teve um filho chamado Brock e não derrotou o líder da Equipe Rocket usando um ataque combinado de Pikachu e Charizard (não estou viajando muito nessa parte, esses dois já lutaram juntos no terceiro filme que é bem legal de se ver), mas Pokémon ainda está por aí e talvez fique por muito tempo enquanto existam crianças de 12 anos que o assistam. Contudo, espero um dia ligar a TV e ver Ash com 30 anos com um Pikachu de orelhas brancas falando a seu filho dos  mais raros Pokémons de sua jornada.

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